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PROJETO: MARIA SEMPRE VIVA E O GOLPE DE 64

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O projeto do Grupo Xama Teatro em parceria com a SEMED São Luis: "Maria Sempre Viva e o Golpe de 64", realizou apresentações do Espetáculo "A Besta Fera: uma biografia cênica de Maria Aragão", um solo de Maria Ethel com direção de Gisele Vasconcelos.  O projeto teve como objetivos, resgatar aspectos históricos muito relevantes para o nosso país e levar aos estudantes da rede municipal de ensino, o reconhecimento da personalidade maranhense de grande relevância para a memória e história local. Foram realizadas 5 apresentações do espetáculo, para os alunos das escolas da rede municipal de São Luis. Sempre após a apresentação, os alunos conversavam com a atriz Maria Ethel e com a diretora do espetáculo, Gisele Vasconcelos sobre a encenação e sobre questões relacionadas à vida da médica comunista maranhense, Maria Aragão.  A atriz Maria Ethel em cena do Espetáculo A Besta Fera: uma biografia cênica de Maria Aragão. Foto: Taciano Brito

A BESTA FERA EM CUBA

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O Solo A Besta Fera, do Grupo Xama Teatro, participará do II Festival del Monólogo Latinoamericano y Premio Terry, em Cuba, no período de 12 a 16 de fevereiro de 2014. O espetáculo que teve sua estreia em 2008, é um solo de Maria Ethel com direção de Gisele Vasconcelos.  O espetáculo A Besta Fera: uma biografia cênica de Maria Aragão, conta uma parte da história da médica e comunista maranhense Maria José Camargo Aragão (1910-1991). Sua história de pobreza extrema em busca da superação da fome, do preconceito, da agressão e na perseguição do sonho de libertar a humanidade, através da conquista de uma profissão, a medicina, Maria Aragão entrega-se, apaixonadamente, às causas sociais, lutando por uma sociedade justa e igualitária .  Veja a programação completa do festival em: http://www.monologo.cubaescena.cult.cu/. Foto: Taciano Brito

A BESTA FERA: UMA BIOGRAFIA CÊNICA DE MARIA ARAGÃO

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O espetáculo A “Besta Fera” é um monólogo que trata da vida da maranhense Maria José Camargo Aragão (1910-1991), conhecida Maria Aragão. Sua história de pobreza extrema em busca da superação da fome, do preconceito, da agressão e na perseguição do sonho de libertar a humanidade, através da conquista de uma profissão, a medicina, Maria Aragão entrega-se, apaixonadamente, às causas sociais, lutando por uma sociedade justa e igualitária.